ESPERANÇA MORIBUNDA
Despertas, mas já estás cego... o teu olhar é vítreo
E sem sombra nunca se renasce.
Os teus olhos, sim estão lá, mas deixaram de te pertencer.
Tardiamente, buscas no labirinto
esse sepulcro
As asas do condor que te farão voar, de novo,
para lá das montanhas
mesmo, que,
apesar de descrente
não te deixam de acenar.
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